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[Friday, August 17, 2007 | | 3 comments ]

Eu uso o Youtube principalmente para fins musicais. Por exemplo, esse vídeo abaixo e o outro eu uso para tentar tocar a música Hallellujah do Leonard Cohen que conheci assistindo OC com meu irmão (é, eu também fazia isso. Aí um dia eu desisti, como desisti de Lost).




OK, o terceiro vídeo é que é a versão que eu conheci, e nem sei se tou tocando no tom certo (C, C/B, Am, F, G, C, G, C, F, E7, Am, F, G, E7, Am, F, Am, F, Am, C, G, C). Só não vou tentar cantar pois é difícil. Quer dizer, tentar sim.,

Viu como foi fácil mostrar para vcs de que música que eu estava falando? E 3 versões diferentes, achadas em 3 googleadas básicas. Pois é, para mim, isso que é o legal do Youtube. Se a música tem um vídeo clipe, tá lá. E daí que, teoricamente, é proibido? Que quem coloca esses vídeos online está infringindo o copy right da banda, do produtor do vídeo, do compositor? Tá lá. De vez em quando tiram alguma coisa, só para fazer de conta que o Youtube tenta evitar quebras de direito autoral.

Voltei a pensar nisso depois de der visto o artigo do Daniell com o vídeo do Morphine, Cure for pain.

Escrevi até não tinha visto vídeos do Morphine antes, mas é mentira. Tinha sim. tinha visto já o vídeo Buena.

Mas clicando mais uma vez eu vi o vídeo da música Super Sex, que eu não conhecia (nem a música, nem o vídeo).

E ó que eu achava que tinha discografia completa de Morphine. Mas não, eu tenho a discografia completa de Treat Her Right, a outra banda do Marc Sandman que infelizmente parece não ter vídeo no Youtube.
Eu às vezes fico um pouco envergonhado de ficar colocando vídeos do youtube nos blogs, como no gaitabh.blogspot.com. Mas nãõ tem como evitar, Youtube infiltrou tudo e como é que eu não vou compartilhar um vídeo desses?

Aliás, amanhã estarei em Bruxelas (êêêêêêêê!!!) e em Antuérpia tem um festival de Jazz onde o Toots vai comemorar o seu aniversário. Mas acho que só vou ao festival no sábado.
E ai tem coisas inspiradoras como o que talvez seja o mais famoso vídeo de Ukulele do mundo. Foi em grande parte por causa dele que eu me interessei por esse cavaquinho havaiano.

Mas é legal também ver os amigos no vídeo, como nesse clipe da banda sergipana Maria Scombona, onde meu amigo Júlio Vasconcelos mostrou com muita classe como misturar gaita, rock, ritmos nordestinos, efeitos digitais e pop em músicas muito legais:

Ou então nos vários vídeos da banda Mister Jack, do Benê, de Curitiba, que podem ser vistos aqui.

Dá dó parar por aqui. A vontade é colocar ainda vídeos de Hazmat Modine, Pé de Cerrado, Otavio Castro, o show-tributo à Ford Blues Band do Eberienos e Carlini, etc., etc., etc.. Mas se tem uma coisa que é um problema nos vídeos é que eles tomam muito mais tempo da gente para serem vistos do que fotos. E eu duvido que alguém aqui assistirá todos os que eu coloquei aqui. Vale assistir trechos de 10 segundos.
Até semana que vem, quando voltar da Bélgica.
Ah, e Helena, não coloquei foto hoje e não tem problema. O dia foi bobinho mesmo.

Addendum: meu carismático primo bem que lembrou de outra faceta importante da facilidade de se colocar vídeos no Youtube. Na verdade, vou comentar sobre mais dois usos.
Um é o simples uso do Youtube como um registro fácil e tosco de eventos. Como mostram os vídeos abaixo. Afinal, foto de show não é tão interessante, né?



O outro uso do Youtube é como um depósito de vídeos-demo. Como nesse que eu não sei se é bem um demo, mas vai servir de exemplo. É a banda Bunker 292 com quem toquei por uns meses na sua versão acústica antes de ir à China. Meus primos continuam tocando por lá. Adoraria tocar na versão punk mesmo, tacando uns efeitos doidos na gaita.

Ou algo um pouco mais trabalhado, como o Son of Dave:


[Sunday, May 13, 2007 | | 1 comments ]

Na verdade eu tinha pensado de colocar um dos vídeos do show de hoje. O show foi legal, a banda é amadora, e nem se compara com a banda de ontem. Apareceram literalmente apenas meia dúzia de visitantes, de modo que a banda mais um grupo de estudantes que tinha que filmar o show como tarefa da faculdade estavam em maior número que nós, a platéia.
Por outro lado, me diverti muito mais hoje do que ontem. Acabei até encontrando o povo do Broken Seat, a banda com a qual ensaiei 3 vezes ano passado, legal. E no final das contas, acabei dando uma canja espontânea, espontâneamente em 3a. posição, fato que só fui perceber no final da música, quando vi o tom da música. Na minha opinião, uma das melhores participações que já dei. Pena que eu não filmei. Talvez o povo da faculdade sim.
Mas o título disso aqui é Ukulélé funky. E eu quero postar aqui um dos quatro vídeos de um francês.





Nos outros vídeos ele toca um Ukulele Solid da Risa, que eu acho que vou comprar, pois curti muito o conceito. Além disso, toca um James Brown bem decente na gaita, vale a pena dar uma olhada.
E vamos dormir, né, galera?


[Wednesday, April 25, 2007 | | 0 comments ]

A grande diferença está na corda mais próxima do músico, ou seja, a de cima.
Enquanto em ukuleles soprano ou concerto essa corda é afinada em uma freqüência mais alta que a segunda corda, no ukulele tenor ela é a corda mais grave, como a gente está acostumado dos violões e guitarras.
A afinação, em si, pode ser tanto G, C, E, A ou A, D, F#, B. Sendo a primeira, chamamos de afinação em C com corda G grave (C, low G).
No meu afinador Seiko SAT 500 o G grave é G3, e o G agudo, normal para ukuleles soprano e concerto, é G4.
E isso aqui é só um lembrete para mim mesmo. Mas, de repente, é útil para alguém.
http://www.ukuleles.com/SetupnCare/TenorTune.html


[Saturday, March 31, 2007 | | 2 comments ]

Bem, ultimo dia feira. Mutia gente esperada, pois eh o dia aberto ao publico. A voz quase desapareceu jah, e eu estou meio surdo por causa de um congestionamento nasal muito desagradavel. Oh desgraca de ares condicionados!
Ontem testei um Ukulele a Ovation, com sistema de captacao. Bem legal. Eh distribuido aqui na Alemanha pela mesma distribuidora das gaitas Hohner, ou seja, eu poderia consegui-lo por um preco mais legal que os 260 sugeridos na loja. Mas, mesmo assim, eh muita grana por enquanto, e eu nao sou tao pretensioso assim. Mas gostei do instrumento, bonito, bem feito, afinacao muito boa. De resto, alem de umas fotos legais com representantes de varios fabricantes de gaita, nada de mais. Um dia cansativo, claro, mas qualquer dia eh dia.
Hoje aa noite tem jam session de gaitistas no Club Voltaire, tentarei levar o Jefferson, o Melk e a Renata, the Brazillian Invasion!
Ateh!